Sono tranquilo e equilíbrio emocional para os bebês e crianças

Nesta reportagem, terapeuta floral explica os inúmeros benefícios que os florais de Bach proporcionam aos pequenos e aos pais.

Quando se tornou mãe pela primeira vez, Olivia Tani ainda não conhecia a terapia floral. “E vivi um tempo de caos emocional na minha vida e, consequentemente, meu filho também. Primeiro, porque na primeira gravidez, normalmente temos a expectativa de que tudo será lindo e maravilhoso, que ser mãe é a experiência mais sublime e gratificante que existe. E é verdade, mas não só isso. Existe o outro lado da moeda em que a mulher entra em conflito existencial, se sente solitária nesse novo papel, frustrada com o parceiro, e desesperada por não conseguir entender as necessidades emocionais do filho, que chora e esperneia por dias a fio”, conta ela, terapeuta floral especializada no atendimento de bebês, crianças e pais. Foi quando se tornou mãe pela segunda vez que Olivia descobriu a terapia floral de forma mais aprofundada. “Eu já havia usado florais antes com a minha terapeuta, mas nunca havia levado a sério e nem acreditava. Mas quando meu filho surtou com a chegada do irmãozinho e nada do que eu fazia o acalmava, recorri a minha terapeuta e aos florais e em pouquíssimo tempo meu filho se transformou de tal maneira que fiquei, primeiro, muito abismada. Depois, quis entender o que havia acontecido nele e com ele”, explica ela, que tem especialização em psicologia pré-natal e perinatal, linguagem do corpo, Programação Neurolinguística (PNL) e hipnose ericksoniana. Olivia passou, então, a estudar os florais, se tornou terapeuta floral e aprofundou seu conhecimento sobre os períodos da gestação, parto, infância e sobre a simbiose entre mãe e filho e alguns dos aspectos que mais se evidenciam nos pequenos: as birras e os distúrbios do sono. “Aliar o uso dos florais aos principais desafios que vêm com a maternidade. É esse trabalho que me realiza hoje, ver a transformação em tantas crianças com o uso desse recurso que Deus deixou na natureza.”

 

Por Keila Bis

“Tem um caso que me emociona muito. Uma mãe me procurou porque seu filho de 9 anos tinha comportamentos típicos de uma criança autista, mas sem um diagnóstico fechado. A maior tristeza dela era ouvir o filho dizer que ele nunca foi feliz na vida, pois não tinha amigos e todos se afastavam dele. Analisei toda a história desse menino desde a gestação e montei a indicação terapêutica com os florais para ele e para o pai. Após um mês, a transformação foi incrível e recebi a notícia de que ele havia montado uma banda com seus novos amigos, que estava radiante, voltando da escola com alegria, algo que nunca havia acontecido antes. Seus movimentos repetitivos também sumiram com o uso do floral.” O relato da terapeuta floral especializada no atendimento de bebês e crianças, Olivia Tani, sobre um de seus clientes, revela a grande importância do uso dos florais para as crianças e para os pais.

Segundo Olivia, nessa fase da vida, os pequenos são pura emoção, já que ainda não possuem a parte do cérebro racional totalmente desenvolvida. “De forma que são incapazes de elaborar uma emoção com justificativas racionais e argumentos, como um adulto é capaz. Sendo assim, tudo que lhes resta é sentir e manifestar em seu comportamento toda a força daquele sentimento, como o medo, a raiva e a tristeza.” De acordo com a terapeuta, os florais de Bach são um recurso natural muito eficaz para abrandar esse turbilhão de sentimentos pelo qual passam todos os bebês e crianças porque cada essência trabalha uma emoção e sentimento específicos.

“Nesse contexto, os florais atuam de forma a acolher e levar luz para a escuridão em que estão inseridos por não poderem verbalizar o que sentem. E, justamente por não ter ainda o racional maduro, bebês e crianças são lindamente transformados pelo uso do floral pois eles se permitem sentir a força positiva que vem das flores sem qualquer julgamento”, explica Olivia. “Outro benefício importante é: se eles tiverem mais resiliência emocional, eles levarão essa informação para a fase adulta, influenciando diretamente como se comportarão por toda a vida.”

A terapeuta floral explica que a terapia floral para bebês e crianças pede que o tratamento seja feito em conjunto com os pais. “Costumo dizer que se a terapia for feita apenas nas crianças, estará sendo feita pela metade, uma vez que o pai ou a mãe é a fonte do desequilíbrio emocional dos filhos. Isso não significa culpar os pais, mas sim trazer à consciência a responsabilidade que cada um tem sobre o estado físico e emocional de quem eles deram a vida. A conexão entre pais e filhos é muito além do visível e se estende através do tempo e do espaço. Não se herda pelo DNA apenas as características físicas, mas também todo o arquivo emocional de ambos os pais que continuam vibrando dentro dos filhos. A mudança nos filhos vem da mudança nos pais em primeiro lugar”, argumenta ela.

Olivia explica, por exemplo, que há muitos casos em que o bebê demora a andar ou a falar. Ela, então, avalia o que a mãe está vivendo. “Se está com medo a respeito do seu futuro, insegura em relação a algum sonho ou projeto, o filho pode manifestar isso no seu caminhar. Se a mãe tem dificuldade em se expressar, costuma engolir sapos dos outros, não consegue verbalizar suas opiniões e vontades, o filho também pode manifestar isso em sua fala. Ao tratar os sentimentos da mãe e trazendo essas questões à consciência, a criança muda instantaneamente.”

Segundo a terapeuta floral, as crianças estão sempre em simbiose com os pais, porém, conforme a idade muda, muda também o vínculo emocional com cada um deles. “Segundo a linguagem do corpo, da gestação até por volta dos 7 anos de idade, as crianças estão mais conectadas aos sentimentos da mãe. A partir dos 7, até mais ou menos os 14 anos, elas vibram mais os sentimentos que vêm do pai. E captam também o que vibra entre o casal, manifestando em seus comportamentos ou em seu corpo, por meio de doenças, o que existe de desequilíbrio entre eles.”

 

As birras e os distúrbios no sono

Olivia conta que, conforme sua especialização em psicologia pré-natal e perinatal, a origem da birra reside nos acontecimentos do período da gestação e do parto. “O bebê é extremamente consciente desde a sua concepção. Sente tudo o que a mãe sentiu e interpreta de forma particular o ocorrido, podendo, por exemplo, ter se magoado no caso de uma gestação não desejada ou se os pais esperavam que o bebê tivesse outro sexo. Assim, ao longo da vida, ao ouvir um ‘não’, aquela mesma mágoa sentida no útero, é ativada. E então as reações da criança são explosivas e incontroláveis justamente porque a parte racional do cérebro ainda está imatura e não freia as reações e comportamentos desmedidos. Nas crianças, essas mágoas são popularmente chamadas de birra.”

A terapeuta diz que as birras podem acontecer até mesmo nos recém-nascidos, porém, os pais só nomeiam como birra quando eles já têm cerca de um ano. “E podem se perpetuar até a vida adulta. Quantas vezes vemos um adulto se comportando como uma criança birrenta? Isso ocorre porque as mágoas intrauterinas são permanentes e podem ser ativadas em qualquer momento da vida”, esclarece Olivia. “Os florais são de grande ajuda porque atuam nesses sentimentos de mágoa, revolta, agressividade, descontrole, equilibrando a criança emocionalmente de forma totalmente natural. E junto com a terapia, tanto os pais quanto as crianças podem atingir grandes transformações em pouco tempo.”

Sobre os distúrbios no sono, Olivia diz que há inúmeras causas. A primeira delas tem a ver com as questões fisiológicas, como sentir sede, fome, frio, calor e dor. “Se essas questões forem atendidas e nada acontece, a segunda causa mais comum é de origem emocional. Quando a mãe vive em estresse, pela vibração simbiótica com o filho, este sente o estresse e seu organismo produz cortisol, o hormônio que dispara a sensação de alerta, da agitação e sobrevivência. Ele impede que o bebê caia em sono profundo quando produzido em excesso, além de ter outros efeitos colaterais como refluxo e potencialização de alergias, etc. Ele também passa pelo leite materno. Fora isso, de acordo com o histórico da gestação e parto, esse bebê pode manifestar medo de se separar da mãe, por exemplo.”

Nesse caso, também os florais podem ajudar. “Justamente porque trabalham nas causas emocionais da mãe que está sobrecarregada física e emocionalmente e, no filho (a), atuam sobre os sentimentos dele (a) em relação à mãe, à insegurança, às crises de terror noturno, etc. Com o tratamento em paralelo, os filhos podem usufruir de um maior equilíbrio emocional que se manifesta no sono também.”

 

 

Olivia Tani é terapeuta floral com foco no atendimento de bebês, crianças e pais. Possui especialização em psicologia pré-natal e perinatal, linguagem do corpo, Programação Neurolinguística (PNL) e hipnose ericksoniana. Seus atendimentos são feitos via online. Oferece também programas online sobre os florais de Bach para as birras e distúrbios do sono dos pequenos (www.oliviatani.com.br/sono  www.oliviatani.com.br/birra) e criou o Floral para Crianças. “São cards ilustrados com a função de cada essência do sistema floral de Bach para aplicação em crianças. Pode ser utilizado por mães, cuidadores e terapeutas”, explica Olivia – para adquirir, acesse: www.oliviatani.com.br/cards.

 

Contatos de divulgação: www.facebook.com/floralparacriancas; www.oliviatani.com.br

 

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